Exame Intermédio Filosofia 11º ano 2012

Finalmente chegaram os exames intermédios que tanto ambicionei durante o meu (ainda) curto percurso como profissional de Filosofia. Foram meses a desejar uma avaliação “externa”, que colocasse alunos e professores focados em objectivos comuns, na procura de uma solidificação da disciplina, sem a mania de perspectivas e ângulos diferentes, etc. Aquelas infinitas mensagens de desespero que passei aos alunos o ano passado “para o ano é que vai ser… Vão ter de fazer um exame difícil, exigente, que vos vai obrigar a ver esta disciplina com eficiência e objectividade. Nesse momento vão ter a oportunidade de mostrar à vossa professora como os seus testes é que são muitos difíceis, requerem muito esforço e que com um exame “normal” vocês são capazes de muito melhor!” Não sei se será bem assim… No fundo, parece-me que alguns alunos terão gostado mais de fazer aqueles meus testes “intermináveis”, mas que pelo menos permitiam desenvolver os conteúdos abordados nas aulas, colocar o cérebro em prática na identificação de teorias, construção de argumentos e, algures numa ou outra pergunta, a possibilidade de mostrar o que são capazes de pensar sobre o assunto (com argumentos, não com opiniões!)

Colocando de parte a necessidade de “matar” já o exame com críticas abusivas, eis o dito cujo. Não se esqueçam que ninguém é perfeito, é muito mais fácil levantar o dedo e apontar erros, do que tentar perceber a estrutura, a razão da escolha das perguntas, etc. Afinal, não é somente na Filosofia que são cometidos erros. Nós não somos mais do que os outros e, certamente, no futuro o exame exigirá mais “crítica”e não será vítima de tanta exposição (“Indique”, “Nomeie”, “Identifique”…); é importante que os alunos saibam “dizer” o que queremos que saibam, mas eles também são capazes de melhor (e foram preparados para isso). Existem aspectos positivos deste exame, é pena que ainda não tenha lido “praticamente” nada sobre o assunto (será que os profissionais da disciplina estão a tornar-se radicalmente críticos ao ponto de terem deixado de observar coisas boas e escrever sobre elas?).

Como o meu espaço é de partilha de materiais, aqui disponho para os actuais e/ou futuros professores, alunos e estagiários de Filosofia, as relíquias:

1 – EXAME INTERMÉDIO V1

2 – EXAME INTERMÉDIO V2

3 – CORRECÇÃO DO EXAME

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Kuhn: Ciência Normal & Ciência Extraordinária

KUHN: A CIÊNCIA É OBJECTIVA?

Kuhn, filósofo da ciência, representa um marco na história da filosofia pela introdução de um conjunto de conceitos que explicam o funcionamento da ciência e, sobretudo, pela eliminação da objectividade como característica central da ciência. 

1. CRITÉRIOS PURAMENTE RACIONAIS?

2. FUNCIONAMENTO DA CIÊNCIA 

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Karl Popper – Falsificacionismo

O FALSIFICACIONISMO DE KARL POPPER

Popper modificou de forma radical o modo de se encarar o funcionamento da ciência mediante o desenvolvimento do falsificacionismo. Segundo Popper, não existem teorias verdadeiras ou falsas, mas teorias mais próximas da verdade do que outras (verosímeis). As teorias passam, assim, a ter um carácter conjectural e a sua aceitação é feita mediante tentativas de refutação (ensaios e erros) e não através do critério de verificabilidade (defendido pelos positivistas lógicos). Em consequência, o conhecimento científico deixa de ser visto como verdadeiro e inquestionável para passar a ser falível, ou seja, passível de ser substituído por teorias mais verosímeis. 

No seguinte documento apresenta-se uma síntese dos conteúdos a abordar em Popper, fazendo a ligação com o positivismo lógico:

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Objectivos teste (Junho, 2011)

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O Problema do Mal

1. Em que consiste o problema do mal?

Importa compreender a razão pela qual este problema é importante e como influencia a opinião e visão de muitos religiosos. Numa primeira fase interessa distinguir entre mal moral e mal natural:

2. Críticas ao argumento do mal

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Argumento Cosmológico (S. Tomás de Aquino)

1. ARGUMENTO COSMOLÓGICO de  S. TOMÁS de AQUINO A FAVOR DA EXISTÊNCIA DE DEUS

O argumento cosmológico é um argumento a posteriori a favor da existência de Deus que parte da ideia de que tudo o que existe tem de possuir uma causa: Aquino considera que não existe uma regressão infinita das causas, tem de haver uma causa primeira e que essa causa é (só pode ser) Deus (que não é causado por nada).

2.CRÍTICAS AO ARGUMENTO COSMOLÓGICO

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Argumento ontológico – S. Anselmo

1.ONTOLÓGICO A FAVOR DA EXISTÊNCIA  DE DEUS

2. CRÍTICA DE GAUNILO AO ARGUMENTO DE S. ANSELMO

3.QUADRO SÍNTESE DAS DUAS PRINCIPAIS CRITICAS AO ARGUMENTO


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Argumentos a favor da existência de Deus

1. QUE ARGUMENTOS EXISTEM A FAVOR DA EXISTÊNCIA DE DEUS?


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Ficha de Trabalho (religião)

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Ficha de Trabalho (Sentido da Vida)

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