Ética Deontológica de Kant

1. «A VONTADE BOA»

Kant defende uma ética do DEVER, de princípios morais, segundo a qual uma acção é moralmente correcta se é feita por “amor ao dever”, pois só uma vontade boa é boa em si mesmo, independentemente dos seus resultados.

2. A ACÇÃO MORAL E O IMPERATIVO CATEGÓRICO

Para cumprir o seu objectivo, Kant formula o imperativo categório (que é distinto do imperativo hipotético), o qual nos vai dizer “como devemos agir para cumprir o cumprir o dever” – LEI MORAL UNIVERSAL

3. ÉTICA KANTIANA – ÉTICA DO DEVER

4. ESQUEMA SÍNTESE DA ÉTICA KANTIANA

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O Empirismo de D. Hume

1. FONTE DE CONHECIMENTO: EXPERIÊNCIA

O fundador da corrente empirista foi David Hume, um filósofo inglês, que se considerava mais inteligente que todos os outros.  Segundo Hume, todo o conhecimento deriva da experiência, ou seja, todo o conhecimento tem origem numa impressão. Hume tornar-se-á uma peça importante para o entendimento das críticas de Popper, em particular devido às sua explicação da causalidade. Hume apresenta uma importante crítica ao método indutivo e acabará por defender que não é possível construir um conhecimento indubitável acerca do que quer que seja, pois a conexão lógica que o fixa é apenas mero hábito ou costume

O Racionalismo de Descartes

1. DÚVIDA METÓDICA: BASES SEGURAS PARA O CONHECIMENTO

No sentido de encontrar as bases sólidas para o conhecimento, Descartes vai questionar-se relativamente à existência de tudo à sua volta (cepticismo).

2. QUEM NOS GARANTE A VERACIDADE DAS COISAS?

Existem três tipos de ideias sobre as quais não podemos constituir conhecimento sólido:

Ética Utilitarista vs. Ética Deontológica

1. PROBLEMA DA FUNDAMENTAÇÃO DA MORAL

O problema da fundamentação da moral trata-se de responder à seguinte questão: o que torna uma acção moralmente correcta ou incorrecta? Que critério nos permite distinguir entre uma acção moralmente correcta e uma acção moralmente errada? Existem duas respostas a este problema:

a) Ética deontológica (Immanuel Kant): o valor moral de uma acção depende do motivo ou da intenção.

b) Ética teleológica (Stuart Mill): o valor moral de uma acção depende da sua consequência (finalidade).

2. VONTADE BOA vs. FELICIDADE

Segundo Kant, aquilo que torna uma acção correcta é o cumprimento do imperativo categórico; para Stuart Mill, o que torna uma acção moralmente correcta é a promoção do bem estar para o maior número de pessoas.

3. VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DUAS TEORIAS

Não há uma ética perfeita ou que se revele eficaz face a todas as exigências que a vida moral comporta. No entanto, ambas as teorias possuem vantagens em certas situações e promovem “bons princípios”. Veja-se o seguinte esquema:

4. UM CASO PARTICULAR – DEXTER (serial killer): deontologia vs teleologia


O que é o utilitarismo?

O utilitarismo é uma teoria moral desenvolvida por Stuart Mill, segundo a qual uma acção é moralmente correcta se promove o bem-estar, a felicidade para o maior número de pessoas envolvidas.

O princípio da maior Felicidade de Mill baseia-se no conceito de hedonismo segundo o qual apenas o prazer é intrinsecamente bom e só o sofrimento é intrinsecamente mau.

A ética de Mill é uma ética consequencialista na medida em que o valor da acção reside unicamente nas CONSEQUÊNCIAS ou EFEITOS da acção; a crenças, vontades e princípios do sujeito moral que realiza a acção não interessam para nada, o utilitarismo não avalia pessoas, mas as acções.